quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Quando..
"Quando você ama, você se machuca. Quando você se machuca, você odeia. Quando você odeia, você tenta esquecer. Quando você tenta esquecer você começa a sentir falta. E quando você começar a sentir falta... Você eventualmente se apaixona novamente."
P.S.: Isso não é um daqueles tumblrs melosos cheios de coisas de amor. Eu só fiquei afim de postar isso porque achei kawaii u-ú
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Write or Die, Carteiros Morrendo, Desenho e Desesperada.
Oi, gente. Como prometido, estou aqui postando.
Hoje eu queria falar sobre o Write or Die, que é um ótimo site que te ameaça de morte se você não escrever. Eu estava em um péssimo bloqueio criativo até que entrei nele e consegui escrever mais de 1000 palavras do capítulo 3 de Nops em menos de uma hora. Depois disso eu fiquei tão feliz que comecei a tomar café e pular pela casa. Mas ignorem isso.
Eu estou com um pouco de raiva hoje. Porque a porra do blogger não faz parágrafo e eu adoro parágrafos. Eu queria poder usar parágrafos pra escrever no blog, mas como não posso, tenho que ficar me contentando em dar enter toda hora.
Outra coisa que anda me irritando é que o correio resolveu não entregar o meu celular que eu comprei pelo Mercado Livre e era pra ter chegado quinta feira. Mas beleza. Vou escrever o nome de todos os carteiros do mundo no meu Death Note. Então se você é um carteiro e está lendo isso, prepare-se para ter um ataque cardiaco em 40 segundos.
Já que o carteiro que está lendo isso só tem 40 segundos de vida, vou mostrar esse lindo desenho que acabo de fazer no paint.
Notem que eu coloquei Éron L. embaixo porque eu que desenhei (:
Então não vão roubar meu desenho, hein. Odeio ladrões de desenho.
Mas como o carteiro que ia roubar meu desenho já morreu de ataque cardíaco porque acabaram os 40 segundos dele, vou explicar meu desenho. Nele existem um dinossauro azul com coisos pontudos de arco-íris e um elefante que não é azul e está morrendo de inveja porque o dinossauro é azul e ele não.
E o elefante que não é azul tem meu belo nome tatuado na orelha. u-ú
Agora vamos mudar de assunto.
Recentemente, vulgo a duas horas atrás, uma querida amiga minha, a Fátima (Fafão para os mais íntimos) leu o post onde eu tentei arranjar um namorado para a Eltz e exigiu que eu fizesse uma homenagem pra ela. Então se tem algum desesperado por aí que quer minha querida amiga Fátima como namorada, ligue para 0666 69696969 ou mande um email para estoudesesperadoequeropegaralguemurgente@encontro.com para eu poder agendar um encontro com ela para você.
Em breve arranjarei uma foto legal dela e posto aqui junto com a ficha de coisas que você precisa saber antes do encontro.
Então é isso, Macacada. Fiquem com deus e comam verduras. E até o próximo post!
Hoje eu queria falar sobre o Write or Die, que é um ótimo site que te ameaça de morte se você não escrever. Eu estava em um péssimo bloqueio criativo até que entrei nele e consegui escrever mais de 1000 palavras do capítulo 3 de Nops em menos de uma hora. Depois disso eu fiquei tão feliz que comecei a tomar café e pular pela casa. Mas ignorem isso.
Eu estou com um pouco de raiva hoje. Porque a porra do blogger não faz parágrafo e eu adoro parágrafos. Eu queria poder usar parágrafos pra escrever no blog, mas como não posso, tenho que ficar me contentando em dar enter toda hora.
Outra coisa que anda me irritando é que o correio resolveu não entregar o meu celular que eu comprei pelo Mercado Livre e era pra ter chegado quinta feira. Mas beleza. Vou escrever o nome de todos os carteiros do mundo no meu Death Note. Então se você é um carteiro e está lendo isso, prepare-se para ter um ataque cardiaco em 40 segundos.
Já que o carteiro que está lendo isso só tem 40 segundos de vida, vou mostrar esse lindo desenho que acabo de fazer no paint.
Notem que eu coloquei Éron L. embaixo porque eu que desenhei (:
Então não vão roubar meu desenho, hein. Odeio ladrões de desenho.
Mas como o carteiro que ia roubar meu desenho já morreu de ataque cardíaco porque acabaram os 40 segundos dele, vou explicar meu desenho. Nele existem um dinossauro azul com coisos pontudos de arco-íris e um elefante que não é azul e está morrendo de inveja porque o dinossauro é azul e ele não.
E o elefante que não é azul tem meu belo nome tatuado na orelha. u-ú
Agora vamos mudar de assunto.
Recentemente, vulgo a duas horas atrás, uma querida amiga minha, a Fátima (Fafão para os mais íntimos) leu o post onde eu tentei arranjar um namorado para a Eltz e exigiu que eu fizesse uma homenagem pra ela. Então se tem algum desesperado por aí que quer minha querida amiga Fátima como namorada, ligue para 0666 69696969 ou mande um email para estoudesesperadoequeropegaralguemurgente@encontro.com para eu poder agendar um encontro com ela para você.
Em breve arranjarei uma foto legal dela e posto aqui junto com a ficha de coisas que você precisa saber antes do encontro.
Então é isso, Macacada. Fiquem com deus e comam verduras. E até o próximo post!
Capitulo 3 - Nops.
Oi, gente. O nyah está dando pau pra mim e eu não consegui entrar, então vou postar o proximo capítulo primeiro aqui! ÊÊÊ.
E depois vou postar algo decente (Y)
P.S.: Sou santa, pura e casta.
Capítulo 3
E depois vou postar algo decente (Y)
P.S.: Sou santa, pura e casta.
Capítulo 3
Quando me sentei à mesa, já estavam todos sentados. E meu irmão atacava as batatas como se não visse comida há anos e meu pai conversava com minha mãe sobre algo do trabalho. Me sentei do lado do meu irmão e me servi de comida.
- Como foi sua manhã, querida? – meu pai perguntou quando pararam de conversar.
- Ótima, pai. Eu fui na Mariana e a gente viu TV. – respondi brincando com o arroz do prato.
- Fico feliz que tenha aproveitado, filha. Porque sabe que não vai sair durante um tempo, não é?
- Eu sei. – Bebi um pouco de suco e minha mãe que desde que eu sentei a mesa tinha estado em silêncio bufou.
Minha mãe está sempre era brava. Não importa se está tudo bem ou se o mundo está explodindo. E isso é um saco. Já meu pai não é assim. Ele sempre levava tudo numa boa e estava quase sempre sorrindo. Acho que é por isso que meus pais se amam, os dois são muito diferentes. E opostos se atraem.
O resto do almoço foi tranqüilo e logo eu fui para meu quarto. Tomei outro banho e fiquei ouvindo música com os fones de ouvido, deitada na cama. Quando de repente sinto alguém subindo em cima de mim. Era Mariana.
- Ué? Já aqui? – perguntei me sentando. – Que horas são?
- Umas três ou quatro horas. Resolvi te imitar e não olhei as horas antes de sair. – ela disse e sorriu. Dei um tapa no braço e ela se deitou do meu lado na cama. Estávamos meio espremidas por causa da cama de solteiro. – Ai! Não posso te imitar agora?
- Não, não pode. É constrangedor. Eu devia ter olhado as horas antes de sair, em vez de chegar super cedo na sua casa e deixar todo mundo furioso aqui.
- Nem se preocupa com isso, linda. – ela disse, me dando um selinho. – Se você não tivesse ido até minha casa hoje de manhã, eu não estaria te beijando agora. – E me beijou.
E assim passamos a tarde. Ouvindo música, beijando, assistindo TV, beijando, conversando, beijando... E acho que foi uma das melhores tardes da minha vida. E queria muitas outras como essa. Mas infelizmente Mariana teve que ir embora, lá pelas nove da noite, afinal, tínhamos escola no dia seguinte.
Sonhei com ela naquela noite. No sonho nós estávamos em uma sala escura nos beijando meio que... Empolgadas demais. As mãos dela estavam massageando meus seios por debaixo da blusa enquanto eu tentava tirar sua calça. Quando consegui tirar ela pegou minhas mãos com a dela e as levantou sorrindo para mim. Acordei.
Levantei suando da cama e fui para o banheiro tomar banho. Coloquei o uniforme da escola e tomei café. Tudo isso correndo. Quando terminei de fazer tudo e já estava quase saindo, meu irmão acordou e murmurou um tchau.
Andei até a parada de ônibus e me encostei no muro para esperar. Pouco tempo depois sinto duas mãos tampando meus olhos.
- Adivinha quem é? – a pessoa me perguntou rindo.
- Minha mãe? – tirei as mãos da frente e dei um soquinho na Mariana
- Não, boba. Sou eu, sua melhor amiga.
- Melhor... Amiga?
- Sim, somos melhores amigas, não?
E bem na hora que ela perguntou o ônibus chegou. Nos sentamos e eu coloquei as mãos no bolso. Discretamente Mariana colocou uma mão no meu bolso canguru do casaco e fez um carinho em mim.
Encostei a cabeça na janela e lembrei do sonho que tinha tido. Na parte em que Mari levantava nossas mãos, eu consegui ver duas alianças de compromisso. E isso me fez pensar. O que somos? Ficantes? Amigas com benefícios? Namoradas...? Eu teria que perguntar a ela uma hora dessas. Mas não agora que chegamos na escola.
Levantei do banco e ela soltou minha mão. Descemos e andamos em silêncio. Esse silêncio estava estranho, mas eu não queria ser a primeira a quebrá-lo. Assim que entramos na escola, Marcos chegou e nos abraçou.
- Eae, macacada? Como passaram o fim de semana? - ela perguntou sorrindo como sempre.
- Bem bem. E você? - Mariana respondeu e ajeitou a mochila no ombro. Eu coloquei a mão nos bolsos e pus um dos fones no ouvido.
- Passei maaravilhosamente bem, caras amigas. Comprei um jogo novo de videogame irado que vocês precisam ver. Mas você não me respondeu, Carol, como foi seu fim de semana? Está tudo bem? Precisa de mais um abraço? - ela disse rápido e mudou sua expressão de alegre para preocupada em dois segundos. Esse é o problema da Luisa. Ela é muito bipolar.
- Estou bem sim, Lu. Para de fazer drama, eu só coloquei os fones de ouvido. - respondi andando e puxando as duas para andarem comigo até a sala. Nosso primeiro periodo seria de Geografia, com a professora Cristina. Ela era muito bonita. Bonita mesmo. E quase todos os alunos babavam por ela.
Quando entramos na sala, ainda não estava toda a turma reunida, mas ela já estava lá, conversando com uma aluna. Eu e Mariana nos sentamos em um lugar perto da janela, uma do lado da outra, e Luisa um pouco mais longe. Assim que ela sentou já começou a conversar com Gabriel, um amigo nerd dela, sobre o jogo novo.
Peguei meu caderno e fiquei rabiscando enquanto Mariana ouvia música. Mas não durou muito tempo, pois logo o sinal bateu e a sala encheu de alunos cansados.
- Bom dia, turma. - A professora Cristina disse enquanto sorria e se sentou. - Hoje quero que se sentem em trios para fazer um resumo detalhado sobre o capítulo 4, 5 e 6 do livro de vocês.
- Vale nota? - alguém sentado lá na frente perguntou. Revirei os olhos.
- Sim, vale 20 pontos. Agora juntem as classes e comecem.
E assim que ela disse isso começou a barulheira. Rapidamente Mariana e eu juntamos as nossas mesas e Luisa veio logo depois. Decidimos que cada uma ia resumir um capítulo. E assim se passou a aula.
Quando bateu o sinal juntei minhas coisas na mochila para a aula de Biologia e as outras duas fizeram o mesmo.
- Carolina, por favor. Venha aqui, preciso falar com você. - professora Cristina disse enquanto empilhava alguns livros. Mariana apertou minha mão por um instante e saiu junto com os outros pela porta.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Capitulo 2 - Nops.
Méquetão, gente bonita e saudável que eu amo tanto? Comendo direitinho? Respeitando a mamãe? Lavando atrás da orelha? É bom que estejam, hein. Se não vou ai na casa de vocês checar se tá bem limpa.
Bom, eu vim aqui dizer que postei o capitulo 2 de Nops! ÊÊÊ. Deu de comemoração. E como eu sei que vocês nunca clica nos links que eu posto, colocarei aqui pra lerem (Y). Também quero pedir desculpas por não postar nada além disso, é que a fic anda comendo todo o meu tempo livre entre dormir e comer |:
Vou parar de enrolação, leiam ae.
Capítulo 2
Quando acordei estranhei não estar no sofá. Olhei em volta não reconhecendo até que percebi que era o quarto da Mariana. As paredes eram verdes cheias de posters, mas o que me chamou atenção foi um mural de fotos no canto. Nele tinham muitas fotos nossas no meio das outras e isso me fez sorrir.
Abri a porta do quarto e ouvi o barulho de um prato quebrando. Corri até a cozinha e me deparei com Mari com uma cara de desespero e vários cacos no chão. Me apoiei na porta da cozinha sem falar nada, só observando-a enquanto ela xingava baixinho e tentava catar os cacos. Tossi para chamar atenção e ela se assustou.
- Então quer dizer que é só eu tirar um cochilo que você já bota a casa abaixo? – sorri e coloquei as mãos na cintura, tentando parecer brava.
- Sim, né. Não tenho minha Carol para cuidar para eu não fazer besteira. – ela disse e veio para perto de mim, me dando um selinho. A puxei pela camiseta quando tentou se afastar e lhe dei um beijo de verdade. Mariana me empurrou de leve sem interromper o beijo até a sala e caímos no sofá.
As mãos dela já estavam por dentro da minha blusa, arranhando de leve minhas costas enquanto eu segurava com força em sua nuca. Até que nos separamos, ofegantes.
- Tá bom... Melhor parar por aqui. – eu disse e Mari assentiu com a cabeça, saindo de cima de mim. Levantei logo depois e voltei à cozinha para ajudá-la a juntar os cacos. – O que pretendia fazer quebrando esse prato?
- Eu não quebrei o prato de propósito. Eu estava tentando lavar a louça para mostrar que sou uma boa menina e sei fazer as coisas direito quando você não está por perto e esse maldito prato escorregou e caiu no chão.
- Então quer dizer que você não sabe lavar louça? Como espera eu goste de você se nem sabe lavar louça? – fingi estar brava. – Pelo jeito vou ter que procurar alguém que saiba lavar louça, não acha, Mari?
- Pode até ser. Mas eu duvido que você ache alguém que beija tão bem como eu. – ela disse e me deu um selinho demorado.
Depois que catamos os caquinhos e jogamos no lixo, comecei a lavar a louça e a obriguei a secar e guardar. Quando terminei de lavar fiquei observando-a guardar a louça. Não resisti e joguei água da torneira nela. Mariana largou o prato que estava secando e pulou em cima de mim, me fazendo cócegas, fazendo com que caíssemos no chão. E assim ficamos, rindo com duas idiotas deitadas no chão frio da cozinha.
Até que meu celular começou a tocar e vibrar no meu bolso. O peguei e atendi deitado no chão mesmo. Fiz sinal de silêncio para Mariana do meu lado, que ainda ria baixinho.
- Alô?
- Alô? Como assim alô? Quem você pensa que é, Carolina? Sair de casa cedo da manhã sem avisar ninguém ou deixar um bilhete?!
- Desculpa, mãe. É que eu tive que vir na Mari...
- Sem desculpas! Volte pra casa agora mesmo ou eu e seu pai iremos te buscar!
- N-não precisa, mãe. Eu já...
- Agora!
E desligou. Mariana colocou o braço sobre mim e me fez carinho. Virei e lhe dei um selinho.
- Tenho que ir. – disse me levantando. Ela fez um beicinho e levantou também.
- Mas já? Tá tão cedo...
- É, eu sei. Mas eu sai sem avisar e você sabe como é minha mãe.
- Tudo bem. Deixa eu te levar em casa pelo menos?
- Melhor não, Mari. Minha mãe está irritada e provavelmente vai me dar uma bronca e não quero que você esteja presente quando isso acontecer.
Ela concordou e me beijou antes que eu saísse do seu apartamento. Desci a escada e passei pela portaria. Jorge não estava lá, um outro porteiro tinha substituído-o. Andei até em casa e agora a rua estava bem mais movimentada. Devia ser meio dia agora.
Quando cheguei em casa, me deparei com minha mãe sentada no sofá da sala com uma cara nada boa. Ela estava de braços cruzados e com a TV ligada no mudo. Assim que pisei no tapete ela me olhou com uma cara demoníaca e se levantou num pulo.
- Isso são horas de chegar, Dona Carolina? – ela disse se levantando num pulo e batendo o pé sem parar.
- É arrecem meio dia, mãe... – respondi indo até a cozinha pegar um copo d'água.
- Como você pode ter saído sem avisar? Nos deixou muito preocupados com você. Onde você estava?
- Eu fui na Mariana, mãe. Era urgente.
- Urgente? O que pode ser tão urgente que te faz sair de casa quase de madrugada?
- Umas coisas aí.
- Não quer dizer? Pois então uma semana de castigo pra você. Sem saídas. Só escola pra casa e casa pra escola.
-Mas mãe!
- Sem mas. Pro seu quarto. Agora.
Larguei o copo na pia e sai da cozinha pisando com força. Uma semana sem sair? Merda. Tranquei a porta do quarto e me joguei na cama. Peguei o celular e disquei o primeiro número da minha lista de contatos. O da Mariana.
- Oi..
- Fala, gatinha. Tudo bem?
- Não muito...Minha mãe me deixou de castigo. Uma semana sem sair.
- Putz. E agora, Carol?
- E agora nada né. Vou ter que cumprir a porcaria do castigo. Sabe, Mari, isso me irrita muito. Essa mania da minha mãe de me tratar como criança.
- Bom, não posso fazer nada quanto a isso, mas tive uma idéia genial que vai melhorar o seu dia.
- O que? Vai vir aqui e me seqüestrar?
- Seqüestrar não, mas vou te fazer uma visita. Me espere que mais tarde eu passo aí.
- Você acha que é uma boa idéia?
- Claro que sim. E eu sou apenas uma garota preocupada com a melhor amiga que então resolve lhe fazer uma visita.
- Sei. Mari, tenho que ir agora.
- Tudo bem, eu deixo. Um beijo.
- Só um?
- Vários beijos então.
- Pra você também.
Desliguei o telefone com um sorriso e me levantei. Minha mãe estava chamando para o almoço.
Bom, eu vim aqui dizer que postei o capitulo 2 de Nops! ÊÊÊ. Deu de comemoração. E como eu sei que vocês nunca clica nos links que eu posto, colocarei aqui pra lerem (Y). Também quero pedir desculpas por não postar nada além disso, é que a fic anda comendo todo o meu tempo livre entre dormir e comer |:
Vou parar de enrolação, leiam ae.
Capítulo 2
Quando acordei estranhei não estar no sofá. Olhei em volta não reconhecendo até que percebi que era o quarto da Mariana. As paredes eram verdes cheias de posters, mas o que me chamou atenção foi um mural de fotos no canto. Nele tinham muitas fotos nossas no meio das outras e isso me fez sorrir.
Abri a porta do quarto e ouvi o barulho de um prato quebrando. Corri até a cozinha e me deparei com Mari com uma cara de desespero e vários cacos no chão. Me apoiei na porta da cozinha sem falar nada, só observando-a enquanto ela xingava baixinho e tentava catar os cacos. Tossi para chamar atenção e ela se assustou.
- Então quer dizer que é só eu tirar um cochilo que você já bota a casa abaixo? – sorri e coloquei as mãos na cintura, tentando parecer brava.
- Sim, né. Não tenho minha Carol para cuidar para eu não fazer besteira. – ela disse e veio para perto de mim, me dando um selinho. A puxei pela camiseta quando tentou se afastar e lhe dei um beijo de verdade. Mariana me empurrou de leve sem interromper o beijo até a sala e caímos no sofá.
As mãos dela já estavam por dentro da minha blusa, arranhando de leve minhas costas enquanto eu segurava com força em sua nuca. Até que nos separamos, ofegantes.
- Tá bom... Melhor parar por aqui. – eu disse e Mari assentiu com a cabeça, saindo de cima de mim. Levantei logo depois e voltei à cozinha para ajudá-la a juntar os cacos. – O que pretendia fazer quebrando esse prato?
- Eu não quebrei o prato de propósito. Eu estava tentando lavar a louça para mostrar que sou uma boa menina e sei fazer as coisas direito quando você não está por perto e esse maldito prato escorregou e caiu no chão.
- Então quer dizer que você não sabe lavar louça? Como espera eu goste de você se nem sabe lavar louça? – fingi estar brava. – Pelo jeito vou ter que procurar alguém que saiba lavar louça, não acha, Mari?
- Pode até ser. Mas eu duvido que você ache alguém que beija tão bem como eu. – ela disse e me deu um selinho demorado.
Depois que catamos os caquinhos e jogamos no lixo, comecei a lavar a louça e a obriguei a secar e guardar. Quando terminei de lavar fiquei observando-a guardar a louça. Não resisti e joguei água da torneira nela. Mariana largou o prato que estava secando e pulou em cima de mim, me fazendo cócegas, fazendo com que caíssemos no chão. E assim ficamos, rindo com duas idiotas deitadas no chão frio da cozinha.
Até que meu celular começou a tocar e vibrar no meu bolso. O peguei e atendi deitado no chão mesmo. Fiz sinal de silêncio para Mariana do meu lado, que ainda ria baixinho.
- Alô?
- Alô? Como assim alô? Quem você pensa que é, Carolina? Sair de casa cedo da manhã sem avisar ninguém ou deixar um bilhete?!
- Desculpa, mãe. É que eu tive que vir na Mari...
- Sem desculpas! Volte pra casa agora mesmo ou eu e seu pai iremos te buscar!
- N-não precisa, mãe. Eu já...
- Agora!
E desligou. Mariana colocou o braço sobre mim e me fez carinho. Virei e lhe dei um selinho.
- Tenho que ir. – disse me levantando. Ela fez um beicinho e levantou também.
- Mas já? Tá tão cedo...
- É, eu sei. Mas eu sai sem avisar e você sabe como é minha mãe.
- Tudo bem. Deixa eu te levar em casa pelo menos?
- Melhor não, Mari. Minha mãe está irritada e provavelmente vai me dar uma bronca e não quero que você esteja presente quando isso acontecer.
Ela concordou e me beijou antes que eu saísse do seu apartamento. Desci a escada e passei pela portaria. Jorge não estava lá, um outro porteiro tinha substituído-o. Andei até em casa e agora a rua estava bem mais movimentada. Devia ser meio dia agora.
Quando cheguei em casa, me deparei com minha mãe sentada no sofá da sala com uma cara nada boa. Ela estava de braços cruzados e com a TV ligada no mudo. Assim que pisei no tapete ela me olhou com uma cara demoníaca e se levantou num pulo.
- Isso são horas de chegar, Dona Carolina? – ela disse se levantando num pulo e batendo o pé sem parar.
- É arrecem meio dia, mãe... – respondi indo até a cozinha pegar um copo d'água.
- Como você pode ter saído sem avisar? Nos deixou muito preocupados com você. Onde você estava?
- Eu fui na Mariana, mãe. Era urgente.
- Urgente? O que pode ser tão urgente que te faz sair de casa quase de madrugada?
- Umas coisas aí.
- Não quer dizer? Pois então uma semana de castigo pra você. Sem saídas. Só escola pra casa e casa pra escola.
-Mas mãe!
- Sem mas. Pro seu quarto. Agora.
Larguei o copo na pia e sai da cozinha pisando com força. Uma semana sem sair? Merda. Tranquei a porta do quarto e me joguei na cama. Peguei o celular e disquei o primeiro número da minha lista de contatos. O da Mariana.
- Oi..
- Fala, gatinha. Tudo bem?
- Não muito...Minha mãe me deixou de castigo. Uma semana sem sair.
- Putz. E agora, Carol?
- E agora nada né. Vou ter que cumprir a porcaria do castigo. Sabe, Mari, isso me irrita muito. Essa mania da minha mãe de me tratar como criança.
- Bom, não posso fazer nada quanto a isso, mas tive uma idéia genial que vai melhorar o seu dia.
- O que? Vai vir aqui e me seqüestrar?
- Seqüestrar não, mas vou te fazer uma visita. Me espere que mais tarde eu passo aí.
- Você acha que é uma boa idéia?
- Claro que sim. E eu sou apenas uma garota preocupada com a melhor amiga que então resolve lhe fazer uma visita.
- Sei. Mari, tenho que ir agora.
- Tudo bem, eu deixo. Um beijo.
- Só um?
- Vários beijos então.
- Pra você também.
Desliguei o telefone com um sorriso e me levantei. Minha mãe estava chamando para o almoço.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Capitulo 1 - Nops.
Oi, povo. Coé que deu?
Pois bem. Acabo de postar a tão esperada continuação da Primeiro Beijo! É, eu sei. Sou foda. Mas whatever. Quem quiser ler leia quem não quiser não leia. Mas saibam que vou ficar muito magoada se não lerem e provavelmente cortarei os pulsos ou me atirarei de um prédio.
Quem quiser ler no Nyah é só clicar aqui.
Mas se alguém odeia o Nyah e odeia meu perfil no Nyah, pode ler aqui no Elefantes Não São Azuis mesmo (: (notem que eu coloquei um emoticon. no nyah não pode colocar emoticon)
E eu quero comentários u-ú (outro emoticon :D) (e mais um)
Nops.
E me beijou. E como na outra vez, foi incrivelmente bom.
Pois bem. Acabo de postar a tão esperada continuação da Primeiro Beijo! É, eu sei. Sou foda. Mas whatever. Quem quiser ler leia quem não quiser não leia. Mas saibam que vou ficar muito magoada se não lerem e provavelmente cortarei os pulsos ou me atirarei de um prédio.
Quem quiser ler no Nyah é só clicar aqui.
Mas se alguém odeia o Nyah e odeia meu perfil no Nyah, pode ler aqui no Elefantes Não São Azuis mesmo (: (notem que eu coloquei um emoticon. no nyah não pode colocar emoticon)
E eu quero comentários u-ú (outro emoticon :D) (e mais um)
Nops.
E me beijou. E como na outra vez, foi incrivelmente bom.
E quatro dias se passaram depois daquilo. E eu não havia falado com a Mariana nenhuma vez. Nenhuma. Ela não tinha me ligado, não tinha atendido meus telefonemas, tinha faltado aula e não tinha mandado nenhum sinal de fumaça.
E foi na manhã de domingo, logo depois que eu acordei, que decidi que esse silêncio chato ia acabar. E ia ser hoje. Levantei e fui para o banheiro tomar banho. Aproveitei e escovei os dentes antes de voltar para o quarto.
Vesti uma roupa qualquer e fui para a sala. Tirei meu celular da tomada na sala e estranhei não ter nenhum movimento na casa. Mas também nem devia, é domingo. Saí tão determinada de casa que nem olhei para os lados enquanto andava pela rua. Para chegar ao prédio da Mariana eu só precisava andar duas quadras.
Quando cheguei lá o porteiro Jorge estava tomando uma caneca de café e lendo o jornal e mal olhou para mim antes de fazer sinal com a cabeça para que eu passasse. Subi uma escada só e parei na frente da porta da Mariana. O que eu diria para ela? "Oi, você me beijou e depois me deixou no vácuo e por isso vim tirar satisfações então abre a droga da porta?"
Toquei a capainha e não ouvi nada, então toquei novamente. Logo ouvi o barulho de uma porta se abrindo e alguém se arrastando. Ou era um zumbi vindo comer meu cérebro ou era Mariana com sono. A porta se abriu e eu pude vê-la. Seu cabelo estava despenteado, um olho estava meio fechado e ela ainda estava de pijama. Mas continuava linda.
- Carol?! O que cê faz aqui? - ela resmungou enquanto coçava o olho e se apoiava na porta. – Que horas são?
- E-eu precisava falar com você e esqueci de olhar as horas antes de sair... Desculpe. – olhei para meus pés. Como eu sou idiota! Como pude esquecer de olhar?
- Tudo bem. Entra aí. – Mariana disse e deu espaço para entrar. Percebi que ela passou a mão no cabelo para ajeitá-lo quando entrei. Ela fechou a porta atrás de mim.
- Anh... Eu só vou ali no banheiro e já volto – ela andou até o corredor, mas parou e se virou para mim. – Se quiser ver TV, sei lá... Fica a vontade.
- Tá. – respondi quando ela entrou no banheiro. Sentei no pequeno sofá marrom em frente a TV.
Peguei o controle e liguei em um canal qualquer. Mesmo com a televisão ligada eu conseguia ouvir o barulho do chuveiro. Depois de uns quinze minutos Mariana voltou. Seu cabelo castanho escuros estava molhado e ela usava uma bermuda folgada e uma camiseta branca. Estava linda.
- Hum, oi de novo. – coçou a nuca – Quer comer alguma coisa?
- Seria uma boa.
Ela me chamou até a cozinha e eu me sentei na mesa enquanto ela preparava dois sanduiches para nós.
-Então... O que te trouxe a minha humilde residência? – ela perguntou enquanto arrastava a cadeira para perto de mim. Mas não muito perto, percebi. Mas o que me irritava é que ela estava agindo como se nada tivesse acontecido.
- Como assim o que me traz aqui? – disse incrédula. – Eu vim aqui porque você não deu notícias! Fiquei esperando um tempão você ligar para nós conversarmos sobre o que aconteceu!
- Ah é... Desculpa por isso. – coçou a nuca.
- Desculpa por isso? É o que você tem a me dizer? Cara, primeiro você me beija, depois me deixa no vácuo e agora pede desculpas? Você tem o que na cabeça? Merda?
- Eu não tenho merda na cabeça, tá legal? É que eu gosto de você. Gosto pra caramba. Mas fiquei com medo que você ficasse com raiva de mim ou algo do tipo. Por isso eu meio que me isolei. Agora que você já sabe, pode me ignorar pro resto da vida. E não se preocupe que eu não vou contar sobre o beijo pra ninguém.
- E-eu não fiquei com raiva. E não vou te ignorar porque eu também gosto de você.
- É sério?
- Não. É mentira, sabe. Eu adoro mentiras.
- Tá. Você não está mentindo. Bom, e agora?
- Agora não sei. O que você quer fazer?
- Isso.
E me beijou. E como na outra vez, foi incrivelmente bom. Dessa vez Mariana estava sem o gloss de morango, mas sua boca ainda estava com o gosto de menta da pasta de dente. Ficamos nos beijando por um bom tempo, ela segurava com força em minha cintura, me trazendo para mais perto e eu estava praticamente pendurada no seu pescoço. Até que nos separamos.
- Uau. – Mariana disse e coçou a nuca.
- É. Uau. – respondi sorrindo e segurei na mão dela.
- Eu sei que beijo incrivelmente bem, sabe. – e deu um sorriso convencido. Que não durou muito, pelo tapa que dei. – Ai! Isso doeu, sua coisa.
- Coisa o caralho, eu tenho nome. Carolina. Muito prazer. – respondi. Andei até a sala e me sentei no sofá em frente a TV. Na tela passava Bob Esponja, mas eu não ligava a mínima pra isso.
Mariana logo veio e se sentou ao meu lado fazendo um biquinho fofo. Dei um selinho e ela sorriu e se esticou no sofá, me fazendo ficar deitada por cima dela.
- Toda essa confusão me deu sono. Até porque você me acordou quase de madrugada, Dona Coisa. – ela disse e bocejou.
- Mas e sua mãe? Ela pode nos ver aqui deitadas juntas. – fiz menção de me levantar, mas ela me puxou de volta, segurando firme em minha cintura. Estávamos muito mal acomodadas, mas quem liga?
- Não, Carol. Minha mãe tem plantão hoje e só volta de noite. Então fica quietinha e vamos dormir.
- Mas e a TV?
- Deixa o Bob aí, duvido que ele se importe que a gente tire uma soneca.
E ela fechou os olhos. E em pouco tempo sua respiração ficou mais calma e eu percebi que ela tinha adormecido. Fechei meus olhos também e dormi logo depois.
E foi na manhã de domingo, logo depois que eu acordei, que decidi que esse silêncio chato ia acabar. E ia ser hoje. Levantei e fui para o banheiro tomar banho. Aproveitei e escovei os dentes antes de voltar para o quarto.
Vesti uma roupa qualquer e fui para a sala. Tirei meu celular da tomada na sala e estranhei não ter nenhum movimento na casa. Mas também nem devia, é domingo. Saí tão determinada de casa que nem olhei para os lados enquanto andava pela rua. Para chegar ao prédio da Mariana eu só precisava andar duas quadras.
Quando cheguei lá o porteiro Jorge estava tomando uma caneca de café e lendo o jornal e mal olhou para mim antes de fazer sinal com a cabeça para que eu passasse. Subi uma escada só e parei na frente da porta da Mariana. O que eu diria para ela? "Oi, você me beijou e depois me deixou no vácuo e por isso vim tirar satisfações então abre a droga da porta?"
Toquei a capainha e não ouvi nada, então toquei novamente. Logo ouvi o barulho de uma porta se abrindo e alguém se arrastando. Ou era um zumbi vindo comer meu cérebro ou era Mariana com sono. A porta se abriu e eu pude vê-la. Seu cabelo estava despenteado, um olho estava meio fechado e ela ainda estava de pijama. Mas continuava linda.
- Carol?! O que cê faz aqui? - ela resmungou enquanto coçava o olho e se apoiava na porta. – Que horas são?
- E-eu precisava falar com você e esqueci de olhar as horas antes de sair... Desculpe. – olhei para meus pés. Como eu sou idiota! Como pude esquecer de olhar?
- Tudo bem. Entra aí. – Mariana disse e deu espaço para entrar. Percebi que ela passou a mão no cabelo para ajeitá-lo quando entrei. Ela fechou a porta atrás de mim.
- Anh... Eu só vou ali no banheiro e já volto – ela andou até o corredor, mas parou e se virou para mim. – Se quiser ver TV, sei lá... Fica a vontade.
- Tá. – respondi quando ela entrou no banheiro. Sentei no pequeno sofá marrom em frente a TV.
Peguei o controle e liguei em um canal qualquer. Mesmo com a televisão ligada eu conseguia ouvir o barulho do chuveiro. Depois de uns quinze minutos Mariana voltou. Seu cabelo castanho escuros estava molhado e ela usava uma bermuda folgada e uma camiseta branca. Estava linda.
- Hum, oi de novo. – coçou a nuca – Quer comer alguma coisa?
- Seria uma boa.
Ela me chamou até a cozinha e eu me sentei na mesa enquanto ela preparava dois sanduiches para nós.
-Então... O que te trouxe a minha humilde residência? – ela perguntou enquanto arrastava a cadeira para perto de mim. Mas não muito perto, percebi. Mas o que me irritava é que ela estava agindo como se nada tivesse acontecido.
- Como assim o que me traz aqui? – disse incrédula. – Eu vim aqui porque você não deu notícias! Fiquei esperando um tempão você ligar para nós conversarmos sobre o que aconteceu!
- Ah é... Desculpa por isso. – coçou a nuca.
- Desculpa por isso? É o que você tem a me dizer? Cara, primeiro você me beija, depois me deixa no vácuo e agora pede desculpas? Você tem o que na cabeça? Merda?
- Eu não tenho merda na cabeça, tá legal? É que eu gosto de você. Gosto pra caramba. Mas fiquei com medo que você ficasse com raiva de mim ou algo do tipo. Por isso eu meio que me isolei. Agora que você já sabe, pode me ignorar pro resto da vida. E não se preocupe que eu não vou contar sobre o beijo pra ninguém.
- E-eu não fiquei com raiva. E não vou te ignorar porque eu também gosto de você.
- É sério?
- Não. É mentira, sabe. Eu adoro mentiras.
- Tá. Você não está mentindo. Bom, e agora?
- Agora não sei. O que você quer fazer?
- Isso.
E me beijou. E como na outra vez, foi incrivelmente bom. Dessa vez Mariana estava sem o gloss de morango, mas sua boca ainda estava com o gosto de menta da pasta de dente. Ficamos nos beijando por um bom tempo, ela segurava com força em minha cintura, me trazendo para mais perto e eu estava praticamente pendurada no seu pescoço. Até que nos separamos.
- Uau. – Mariana disse e coçou a nuca.
- É. Uau. – respondi sorrindo e segurei na mão dela.
- Eu sei que beijo incrivelmente bem, sabe. – e deu um sorriso convencido. Que não durou muito, pelo tapa que dei. – Ai! Isso doeu, sua coisa.
- Coisa o caralho, eu tenho nome. Carolina. Muito prazer. – respondi. Andei até a sala e me sentei no sofá em frente a TV. Na tela passava Bob Esponja, mas eu não ligava a mínima pra isso.
Mariana logo veio e se sentou ao meu lado fazendo um biquinho fofo. Dei um selinho e ela sorriu e se esticou no sofá, me fazendo ficar deitada por cima dela.
- Toda essa confusão me deu sono. Até porque você me acordou quase de madrugada, Dona Coisa. – ela disse e bocejou.
- Mas e sua mãe? Ela pode nos ver aqui deitadas juntas. – fiz menção de me levantar, mas ela me puxou de volta, segurando firme em minha cintura. Estávamos muito mal acomodadas, mas quem liga?
- Não, Carol. Minha mãe tem plantão hoje e só volta de noite. Então fica quietinha e vamos dormir.
- Mas e a TV?
- Deixa o Bob aí, duvido que ele se importe que a gente tire uma soneca.
E ela fechou os olhos. E em pouco tempo sua respiração ficou mais calma e eu percebi que ela tinha adormecido. Fechei meus olhos também e dormi logo depois.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Tchá! Lá Lá!
Olá, queridos habitantes azuis do planeta Tobleron.
Sou uma merda, não? :D Fiquei sem postar e não avisei (:
Mas, beleuza. Saibam que eu ainda amo vocês e que penso toda hora em o que colocar no blog para vocês lerem mesmo que nunca comentem ou leiam.
Tá tudo show de bola e arrebentando a boca do balão mas pra tirar o atraso fiquem com essa linda foto da minha gata Ovomaltine dormindo e do meu lindo elefante azul.
P.S.: Observem na tela o 93% e depois a a face ameaçadora da Ovomaltine. Só não vão ficar com muito medo e terem um ataque cardiaco. Não me responsabilizo por nada de ruim que aconteça com vocês. u-ú
P.S.S.: Olhem ali embaixo da tela do pc na foto. Não, um pouco mais embaixo. Isso, aí mesmo. A janela do MSN aberta ali é da Nicole Eltz, e ela me pediu pra colocar isso aqui no post. Então como sou um cavalheiro, coloquei.
P.S.S.S.: O MSN dela é nick_eltz@hotmail.com, ela é solteira e adora verde :D
Pois entonces, fotos postada, texto enche-linguiça postado, homenagem postada. Tchau e até a próxima (Y)
Sou uma merda, não? :D Fiquei sem postar e não avisei (:
Mas, beleuza. Saibam que eu ainda amo vocês e que penso toda hora em o que colocar no blog para vocês lerem mesmo que nunca comentem ou leiam.
Tá tudo show de bola e arrebentando a boca do balão mas pra tirar o atraso fiquem com essa linda foto da minha gata Ovomaltine dormindo e do meu lindo elefante azul.
P.S.: Observem na tela o 93% e depois a a face ameaçadora da Ovomaltine. Só não vão ficar com muito medo e terem um ataque cardiaco. Não me responsabilizo por nada de ruim que aconteça com vocês. u-ú
P.S.S.: Olhem ali embaixo da tela do pc na foto. Não, um pouco mais embaixo. Isso, aí mesmo. A janela do MSN aberta ali é da Nicole Eltz, e ela me pediu pra colocar isso aqui no post. Então como sou um cavalheiro, coloquei.
P.S.S.S.: O MSN dela é nick_eltz@hotmail.com, ela é solteira e adora verde :D
![]() |
| gatona, não? embora a foto de secretária estivesse melhor. |
Pois entonces, fotos postada, texto enche-linguiça postado, homenagem postada. Tchau e até a próxima (Y)
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Rawr
Era uma vez um pequeno dinossauro. Ele vivia feliz no mundo dos dinossauros, brincando, saltando e mordendo coisas, quando num belo dia de neve uma pessoa apareceu. O pequeno dinossauro foi então falar com a moça que tinha aparecido ali. O pequeno dinossauro ficou muito feliz, pois pensou que iria fazer uma nova amiga, mas a moça não tinha boas intenções.
Ela disse com um sorriso perverso que o pequeno mundo perfeito do pequeno dinossauro ia explodir, pois um meteoro gigantesco iria esmagá-lo. A moça malvada também disse que dinossauros eram idiotas, pois só o que eles poderiam fazer para se salvar era morder coisas e se esconder embaixo da terra.
E quando o dinossaurinho ia argumentar, a moça malvada desapareceu em um clarão que o deixou confuso. O pobre dinossaurinho, agora triste, resolveu correr e correr até as montanhas e quando chegou lá ele subiu em uma arvore de caramelo e colheu alguns marshmallows, pois estava com fome.
E depois de comer, o pequeno dinossauro resolveu dormir. E enquanto dormia, ele sonhou. Ele sonhou que estava mordendo coisas novamente e que a neve caía e que nenhum meteoro gigante estava vindo. Só que o que o dinossaurinho não sabia, é que enquanto ele dormia o meteoro explodia todo o pequeno mundo perfeito dele.
Inclusive ele.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Atrasada
Oi, zenti que eu amo de montão. Diculpa por não ter postado nada e tals mas é que esse trimestre eu tomei vergonha na cara e estudei para as provas finais, mas mesmo assim eu fiquei de recu em Geografia e agora estou tendo que estudar pra recuperação, que é amanhã, mas mesmo assim eu vim aqui porque adoro vocês (:
E desejem-me sorte pra prova de amanhã :D
Pois então fiquem com mais três músicas que eu gosto:
1 - My Chemical Romance - Mama
2 - Never Shout Never - Big City Dreams
3 - Bullet For My Valentine - The Last Fight (Piano Version)
P.S.: A ordem não é por preferimento, tá? É que os videos que carregam mais rápido vão antes |:
E desejem-me sorte pra prova de amanhã :D
Pois então fiquem com mais três músicas que eu gosto:
1 - My Chemical Romance - Mama
2 - Never Shout Never - Big City Dreams
3 - Bullet For My Valentine - The Last Fight (Piano Version)
P.S.: A ordem não é por preferimento, tá? É que os videos que carregam mais rápido vão antes |:



